Eu invisto, constantemente, no meu desenvolvimento pessoal e que procuro ajudar, inspirar e orientar aqueles com quem me cruzo ou que me procuram para obterem mais rendimento no campo pessoal e emocional. Acredito e tenho fé que melhorando o nosso EU, fazendo uma boa GESTÃO EMOCIONAL, melhoramos o nosso estado actual e relacionamento pessoal. Sou Formadora Certificada e estou a frequentar formação certificada em áreas de coaching.
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quinta-feira, 18 de outubro de 2018
Gerir pensamentos negativos
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terça-feira, 19 de junho de 2018
Gerir o Medo
O medo é a
emoção que tem mais protagonismo na vida de qualquer pessoa, tornando-se num
factor limitador, impedindo a concretização de sonhos ou objectivos.
Medo Racional vs Medo Irracional
É importante
identificar que tipo de medo estamos a viver, isto para que se possa encontrar
a forma de lidar com o mesmo, usando um recurso emocional que o possa
neutralizar, tal como a coragem, segurança, confiança ou outro que sirva de
contraforte.
O Medo
racional surge numa situação que nos coloca em perigo e conseguimos identificar
através dos sintomas e do contexto em que estamos inseridos. Por exemplo: medo
de animais perigosos.
O medo
irracional, nasce sem nos apercebermos qual a causa ou origem e muitas vezes
sem nos causar qualquer dano ou lesão. Por exemplo: medo do escuro.
O medo
racional é mais producente na medida em que encontramos uma possível solução:
ganhar coragem, fugir, esconder, proteger, etc.
Em
contrapartida, o medo irracional paralisa-nos e impede-nos de agir, uma vez que
não identificamos imediatamente o que nos aflige.
Estar preparado
Quando
sabemos identificar a causa do nosso medo racional, é mais fácil prepararmo-nos
para tal, de forma a neutralizar esse medo e não nos limitarmos a fazer o que
queremos.
Usando uma
metáfora: o medo é como se fosse o nosso inimigo e neste caso, é necessário
tornar o medo nosso aliado, conhecendo-o, entendendo-o e acalmando a nossa
mente.
Muitas vezes
o medo é nosso aliado quando nos alerta para o perigo. Nesses casos, a nossa
reacção, seja por segurança ou protecção, é a melhor forma de lidar com o medo.
Por outro
lado, não enfrentar o nosso medo deixa margem à imaginação para fantasiar sobre
possíveis perigos e desfechos para a situação. É como se disséssemos à nossa
mente que é o facto de eu não enfrentar a situação que nos tem protegido, pois
de outra forma, seria horrível, apesar de não o sabermos. Seja detective da sua
vida, teste o seu medo.
O medo
racional pode ser combatido com algumas medidas de precaução, enquanto que o
medo irracional requer uma análise ou uma introspecção profunda.
Medidas para enfrentar e gerir o medo
Se sofre de
algum medo incapacitante, no momento presente, estas medidas são para si:
- Aceite e entenda a origem do
medo. Faça a gestão da emoção, perceba qual a resposta que se dá ao medo,
quais as acções e quais os sintomas que o medo provoca. Ajuda se registar
as ocorrências, consoante a situação, padrão, hora, etc.
- Perceba os pensamentos
negativos que alimentam esse medo. Como processa a informação que antecede
o medo? Como poderá corrigir esses pensamentos ou substituí-los por
pensamentos mais positivos?
- Foque-se no presente, ajuda se
“sentir” o presente, o que está a ver, ouvir e sentir? Desvie a sua
atenção do futuro de forma a não criar ansiedade para o que o preocupa ou
assusta.
- Liste as situações que lhe
causam desconforto e comece a lidar com as que são menos preocupantes de
forma a adquirir confiança para lidar com as mais preocupantes. Faça uma
escala de 0 a 10, se for mais fácil ou coloque por ordem hierárquica.
- Faça uma lista de situações bem
sucedidas, anote: medo, causa, recurso usado para combater o medo e o
resultado. Lembrem-se que já chegou até aqui e que venceu muitos desafios,
este é só mais um!
Uma forma de
abraçarmos os nossos desafios é realizarmos tarefas positivas e que aumentem e
potenciem os nossos recursos internos tais como: confiança, humor, paixão,
alegria, segurança, felicidade entre tantos outros.
Do que está
à espera para ser feliz?
Metáfora sobre o medo - para reflectir.
“Era uma vez
uma mulher.
Há vários
anos que era seguida por um estranho quando ia à rua. Andava sempre cinco
metros atrás dela. Fitava-a à medida que ela se afastava. Olhava de esguelha
para se distanciar o suficiente.
Apavorada —
nem sequer o olhava —, acelerava o passo. Seria imaginação?
Um dia
cruzaram-se, pela primeira vez, quando seguiam em direcções opostas. O estranho
parou. Olhou-a seriamente. Ela ficou nervosa, assustada: o que pretenderia ele?
Não soube a resposta: não teve a audácia para o enfrentar. Seguiu o seu caminho.
A partir
desse dia, aquilo repetia-se. Cruzavam-se espontaneamente e comportavam-se da
mesma maneira: o estranho parava, mirava; a mulher seguia, desviava o olhar,
sempre nervosa, com passos rápidos.
Até que
estes encontros deixaram de ocorrer. A mulher chegou, mesmo, a acreditar que
nunca mais o iria ver: passaram-se uns anos e nada do tal estranho.
Há umas
semanas, estava ela numa esplanada, lendo um livro, sossegada, quando sentiu
que alguém se sentou ao seu lado: era ele. Não foi preciso olhar para o reconhecer;
sentia-o. Regressou instantaneamente aquele temor que lhe era familiar. Desta
vez, suava, sentia-se zonza: o estranho estava mesmo ali, a olhar
descaradamente, a querer penetrar na sua mente.
Levantou-se
envergonhada. Parecia que alguém a julgava. Sentiu raiva de si mesma. Deu três
passos cambaleantes: os nervos eram mais do que evidentes. Parou, virou-se,
enfrentou aquele estranho que lhe dava um olhar perturbador, cerrado. Profundo.
Não soube dizer qual a cor dos seus olhos ou o que trazia vestido; mas
lembrava-se do seu sorriso, enquanto ela sorria de volta.
Enfrentou o
seu próprio medo.”
Texto “A
Cura Interna” do livro: Contos Metafóricos
Até breve.
Sandra
Pereira, Life Coach e Formadora de Gestão Emocional
artigo em http://alma.indika.cc/gerir-o-medo/
sexta-feira, 27 de abril de 2018
Gestão de Conflitos internos
Todos já vivemos dilemas: situações onde residem dicotomias, vivemos sentimentos contraditórios, desejamos duas coisas opostas.
Normalmente, quando isto ocorre, temos dois personagens dentro de nós, o “bom e o mau”: porque olhamos para o nosso interior, com sentimento crítico e julgamo-nos por desejarmos algo “errado”, quando devíamos fazer o oposto, o “correcto”.
É assim que se assola um dilema ou um conflito interno da nossa mente. Incapacita-nos para a acção.
Por causa destas duas partes, ou destes dois personagens: a escolha é difícil, no nosso entender não deveria haver duas possibilidades de escolha e sim uma: a mais correcta.
Então porque ocorre o dilema, se nós racionalmente, até sabemos o que “temos” de fazer?
Visto e sentido pelo inconsciente, é algo mais profundo, é aquilo que faríamos se não tivéssemos objecções, regras, imposições, interesses, vida social, etc.
O inconsciente apenas aponta-nos outro caminho mandando sinais para que o nosso consciente se aperceba do que sente a mente profunda.
Depois da percepção deste conflito, queremos tomar a tal “decisão”. O que devo fazer? Interiormente, repito, existem duas opções. Uma correcta e outra errada.
Isto ocorre porque não conseguimos enxergar ou sentir as Intenções Positivas de ambas partes ou de ambos personagens. Rotulamos um de “bom” e outro de “mau”.
Por exemplo: alguém que está a fazer uma dieta e tem um desejo, enorme, de comer algo “errado” naquela fase de emagrecimento, sentindo que se trata de um boicote. Observemos que a mente inconsciente quer suprir aquele desejo e a mente consciente quer controlá-lo.
O que fará esta pessoa, então? Cede ou resiste?
Analisando as duas partes, ambas têm a sua intenção positiva, ambas objectivam o nosso bem-estar, uma por saciar o desejo e outra por querer emagrecer. Certo?!
Assim é, com todos os nossos conflitos internos, se dissecarmos cada um dos dois personagens presentes no dilema, chegaremos a uma intenção, pode ser igual para ambos e caso isto não aconteça, das duas uma, ou não existe conflito, ou não dissecámos o suficiente.
Afirmo isto com segurança: cada personagem é uma parte de nós; o inconsciente e o consciente são partes de nós; a emoção e a razão tentam equilibrar-se na nossa mente.
Uma coisa é certa – ambas desejam o nosso bem-estar, a paz, a felicidade, entre outros valores que queiramos entender.
A única forma de “resolver” o conflito interno, é escolher o que se deseja – na medida em que nos satisfaça, sem ignorar ou culpar a outra parte, que pretende, exactamente, o mesmo.
Lembrem-se sempre, que existe uma intenção positiva escondida em cada dilema. Isto alivia e liberta-nos universalmente.
Sejam felizes.
Até breve.
Sandra Pereira
Normalmente, quando isto ocorre, temos dois personagens dentro de nós, o “bom e o mau”: porque olhamos para o nosso interior, com sentimento crítico e julgamo-nos por desejarmos algo “errado”, quando devíamos fazer o oposto, o “correcto”.
É assim que se assola um dilema ou um conflito interno da nossa mente. Incapacita-nos para a acção.
Por causa destas duas partes, ou destes dois personagens: a escolha é difícil, no nosso entender não deveria haver duas possibilidades de escolha e sim uma: a mais correcta.
Então porque ocorre o dilema, se nós racionalmente, até sabemos o que “temos” de fazer?
O nosso inconsciente é muito mais sábio e atento, não envia sinais de forma indiligente e usa as nossas emoções para ajudar-nos a perceber de facto o que queremos. O consciente é a mente superficial e é peremptório a racionalizar as coisas, mas, o inconsciente também tem algo a dizer: informa-nos, enviando sinais para que estejamos atentos.Do ponto de vista racional, um dilema é apenas uma indecisão.
Visto e sentido pelo inconsciente, é algo mais profundo, é aquilo que faríamos se não tivéssemos objecções, regras, imposições, interesses, vida social, etc.
O inconsciente apenas aponta-nos outro caminho mandando sinais para que o nosso consciente se aperceba do que sente a mente profunda.
“Todo o conhecimento é tomar consciência do inconsciente.”Agora que já percebemos como se processa o dilema, em termos estruturais, vamos perceber de que forma a podemos amenizar ou neutralizar.
Depois da percepção deste conflito, queremos tomar a tal “decisão”. O que devo fazer? Interiormente, repito, existem duas opções. Uma correcta e outra errada.
Isto ocorre porque não conseguimos enxergar ou sentir as Intenções Positivas de ambas partes ou de ambos personagens. Rotulamos um de “bom” e outro de “mau”.
Por exemplo: alguém que está a fazer uma dieta e tem um desejo, enorme, de comer algo “errado” naquela fase de emagrecimento, sentindo que se trata de um boicote. Observemos que a mente inconsciente quer suprir aquele desejo e a mente consciente quer controlá-lo.
O que fará esta pessoa, então? Cede ou resiste?
Analisando as duas partes, ambas têm a sua intenção positiva, ambas objectivam o nosso bem-estar, uma por saciar o desejo e outra por querer emagrecer. Certo?!
Assim é, com todos os nossos conflitos internos, se dissecarmos cada um dos dois personagens presentes no dilema, chegaremos a uma intenção, pode ser igual para ambos e caso isto não aconteça, das duas uma, ou não existe conflito, ou não dissecámos o suficiente.
Afirmo isto com segurança: cada personagem é uma parte de nós; o inconsciente e o consciente são partes de nós; a emoção e a razão tentam equilibrar-se na nossa mente.
Uma coisa é certa – ambas desejam o nosso bem-estar, a paz, a felicidade, entre outros valores que queiramos entender.
A única forma de “resolver” o conflito interno, é escolher o que se deseja – na medida em que nos satisfaça, sem ignorar ou culpar a outra parte, que pretende, exactamente, o mesmo.
Lembrem-se sempre, que existe uma intenção positiva escondida em cada dilema. Isto alivia e liberta-nos universalmente.
Sejam felizes.
Até breve.
Sandra Pereira
http://alma.indika.cc/gestao-de-conflitos-internos/
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quarta-feira, 25 de abril de 2018
Gratidão
Poucos sabem ser gratos: que não se resume a dizer um simples “obrigada/o”.
Gratidão é uma sensação, emoção ou sentimento: internamente reconhecemos algo como sendo um benefício ou uma dádiva para nós.
Podemos reconhecer o que quisermos e almejarmos: a vida, o ar que respiramos, coisas, sensações, pessoas, acontecimentos, etc. Não há limites para se ser grato.
Contudo é algo que não se ensina a fazer. É mais difícil do que explicar o que é sentir gratidão, é necessário ter o carácter indómito para gerir tal capacidade: agradecer internamente.
Eu sinto-me grata por sentir gratidão em tudo o que me rodeia. Eu semeei a capacidade de ser grata pelo que me rodeia, pelo que me surge como oportunidade de crescer.
Considero, portanto, que é uma escolha interna que fazemos.
Contribui para a auto-estima, auto-realização e é ao mesmo tempo um acto despretensioso. Eu não quero nada em troca.
As pessoas que desenvolvem este hábito, de agradecer, vivem mais satisfeitas, são mais alegres. Sorriem mais. Amam-se e amam os outros. Colocam o seu foco em aspectos, acontecimentos e pensamentos positivos.
Creio que é fácil intuir que a felicidade altruísta também é um gesto de gratidão: ficar feliz pela felicidade dos outros contribui para a minha felicidade.
Como fazer isto?
Já me questionaram diversas vezes: como consegues manter-te feliz e alegre? Parece que aos olhos dos outros, quando vivemos ou experienciamos algumas dificuldades na vida, não temos “motivos” para sentir felicidade – deveríamos estar tristes?!
“Não temos nada para agradecer, quando tudo corre mal.”
Discordo: eu não me revejo nos acontecimentos negativos, opto por focar-me no proveito que retiro das coisas que me fazem crescer e melhorar. Foco no bem que faço com o pior que me acontece.
Nesta realidade, a gratidão actua como um escudo que me protege de pensamentos e comportamentos negativos ou nocivos. A frustração, decepção e arrependimento não me invadem a mente nem o corpo.
É importante fazer esta gestão, espiar o nosso modo de pensar e sentir, ou condicionamos tudo o que se segue depois desse momento.
A Gratidão e a Programação Neurolinguística
A gentileza, a generosidade e a felicidade estão relacionadas com a gratidão.
Ao praticar gratidão, activamos um sistema de recompensa do cérebro, trazendo bem-estar e prazer à nossa mente e corpo, através da libertação de dopamina, (um neurotransmissor): a dopamina funciona de forma cíclica, quanto mais a libertamos, mais felizes nos sentimos e mais dopamina libertamos a seguir, reforçando este ciclo no organismo.
Podemos tirar partido desta situação: auxiliando directamente na nossa automotivação.
Exercitar a gratidão eleva, assim, o nível de emoções positivas, bem-estar e satisfação pessoal.
Observando do ponto de vista prático, podemos perceber como funcionamos num cenário oposto a este.
Imaginemos que estamos perante uma situação de desmotivação, frustração ou procrastinação.
A falta de entusiasmo, por exemplo, pode estar integrada na baixa ou inexistente produção de dopamina no organismo.
O nosso comportamento alerta-nos para este acontecimento, se:
- Desenvolvemos dúvidas acerca da nossa capacidade para executar determinadas tarefas;
- Sentimos descrença pessoal e não agimos, (crenças limitadoras);
- Sentimos frustração por não alcançarmos os nossos objectivos;
- Não desenvolvemos um plano para solucionar problemas;
- Não existe vontade para realizar tarefas.
Em suma: o primeiro passo é substituir os nossos pensamentos negativos por pensamentos de ânimo; praticar o auto-elogio; focar nos sucessos alcançados; substituir crenças limitadoras por crenças poderosas; privilegiar a saúde e o corpo como um templo.
Por último: valorizar quem está ao seu lado e deixar para trás o que já lá vai!
Sugestão: à noite e antes de adormecer, relembre uma coisa positiva que lhe aconteceu nesse dia. Visualize e sinta as emoções que lhe são trazidas por essa lembrança. Relembre, se for o caso, quem esteve presente. Fixe essa emoção. Agradeça!
Sejam felizes.
Até breve.
Sandra Pereira
http://alma.indika.cc/gratidao-e-inteligencia-emocional/
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
Gerir Pensamentos Negativos.
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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Oferta da 1ª Sessão de Coaching (web chat)

Olá Coachee!
Tens um desafio na tua vida pessoal ou profissional e precisas de alguém que te facilite/auxilie na resolução do mesmo?
Então esta oferta vem mesmo a calhar!
Apenas precisas de um PC com internet para realizarmos esta sessão em web-chat, onde vou explicar como funciona e para que serve o coaching e de que forma te poderá ajudar! Sem deslocações, podes fazer esta sessão em casa e num horário que te seja mais confortável, (conjugando com a minha agenda).
Se não sabes quais os tipo de desafios que são auxiliados através de sessões de coaching ou e-coaching, deixo aqui alguns exemplos:
- - Mudar de Carreira
- - Melhorar um comportamento nocivo
- - Iniciar um processo de mudança (casa, carro, dieta, etc)...
- - Escrever um livro
- - Alcançar um estado de espírito, bem-estar, etc...
Entre tantos outros. Se não tens, ainda, certeza se o teu desafio se insere no âmbito de coaching, deixa a tua mensagem ou envia-me um email para que eu te consiga ajudar.
Ficas a saber que a sessão dura 60 minutos! Não é assim tanto tempo, dependendo do teu desafio!
As sessões seguintes, se for o caso de quereres continuar, podem ser por web chat ou presenciais.
Ficas a saber que a sessão dura 60 minutos! Não é assim tanto tempo, dependendo do teu desafio!
As sessões seguintes, se for o caso de quereres continuar, podem ser por web chat ou presenciais.
O mais difícil é dar o primeiro passo...
O meu primeiro passo está dado.
E tu? Desafias-te?
Sandra Pereira - Coach Profissional
sassacoaching@gmail.com
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Gerir emoções negativas!
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terça-feira, 31 de outubro de 2017
Consegues gerir os teus conflitos internos?
Hoje pretendo desvendar um pouco sobre como se criam conflitos internos. Conheces com certeza aquela sensação de dilema, dicotomia, quando te confrontas com 2 desejos opostos... Pois bem, existe um motivo para os mesmos surgirem!
Como Practicioner de PNL sei algumas ferramentas que ajudam a "quebrar" esse dilema ou conflito, no entanto... Esta é outra abordagem que eu considero válida!
Ora assistam e tirem as vossas conclusões!
Até Breve!
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quinta-feira, 26 de outubro de 2017
Sabes medir o teu grau de Satisfação?
Hoje realizo a concretização de um objectivo: Ser Coach Profissional certificada!
Bem, não foi por isso que criei este post!
Sabes como avaliar o teu grau de Satisfação pessoal? E objectivos tens? Sabes como planear uma meta e avaliar se é coerente o teu objectivo?
Então assiste a minha apresentação e aplica!
Até breve!
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terça-feira, 17 de outubro de 2017
A metáfora da Jade Anã
Espero que no fim consigam reflectir sobre a mensagem desta metáfora!
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
SESSÕES DE COACHING COM SANDRA PEREIRA
Sentes que de alguma forma estás sempre a viver
as mesmas situações e problemas repetidamente?
Não consegues atingir o potencial, alegria e
intensidade máxima nas tuas relações sociais/familiares/amorosas?
Queres sentir mais concretização a nível pessoal?
Quais os teus sonhos?
Partilho contigo o que eu sinto que posso fazer por ti com esta ferramenta
maravilhosa: O coaching!
Existem coaches
que sabem e conhecem as ferramentas, e existem outros que para além disso, vivem
o coaching. Eu, por tudo o que já vivi, sinto que posso ajudar. Para isso
como referi no primeiro post, sou autodidata e recorro a formação regular para
melhorar os meus conhecimentos e para me tornar numa pessoa cada vez melhor até para poder ajudar os outros!
Se já tentaste
fazer mudanças na tua vida (estou a falar de mudanças a sério) mas continuas
sempre a viver as mesmas situações, os mesmos desafios, dificuldades, eu posso
ouvir-te e ajudar.
As minhas
sessões de coaching servem para fazer a ponte entre o teu estado actual e o
estado onde queres estar: o estado desejado!
Eu vou ajudar-te a parares de te focar nos resultados que tens hoje e a prestares atenção ao que realmente queres.
Eu vou ajudar-te a parares de te focar nos resultados que tens hoje e a prestares atenção ao que realmente queres.
Vai ser um
percurso maravilhoso, divertido e transformador…
Para poderes
alcançar o que realmente queres, tens de parar de procurar as respostas fora de
ti, porque a mudança vem de dentro – para fora.
O meu papel
na tua nova vida é alertar-te para as tuas crenças limitadoras e hábitos
negativos que bloqueiam as novas experiências que tanto procuras.
Assim que conseguires
perceber porque é que continuas a viver sempre as situações que não te agradam, vais
ser capaz de assumir e tomar decisões diferentes…
Decisões que
podem começar a mudar o rumo que tens vindo a seguir e que por alguma razão
tornou-se num ciclo de momentos repetitivos e sem o sucesso desejado.
Eu vou-te ajudar
com feedback, reflexões, perguntas poderosas, experiência e compromisso e
inspiração!
Este é um
caminho que terás o meu apoio e…
É importante que te comprometas e entendas que tudo
leva o seu tempo e tu precisarás de tempo para ti, para a tua mudança!
Por eu estar
em fase de crescimento profissional, ofereço as 2 primeiras sessões! As restantes
será cobrado um valor simbólico para cobrir deslocação e/ou material. Este valor
será acordado no acto da consulta.
O número
total de sessões depende acima de tudo do compromisso que deve ser assumido
entre Coach e Coachee. Não posso prever sem antes conhecer as tuas
necessidades!
Deixo aqui
informação para outras questões que possam surgir:
1. Quanto
tempo são as sessões de coaching?
As sessões
têm a duração de uma hora.
2. Onde são
feitas as sessões?
Com a maior
parte dos meus clientes eu faço as sessões online através do Skype, Hangout do
Gmail ou MSN do Facebook - (videoconferência).
Ou posso deslocar-me à residência caso residas na zona do Barreiro.
3. Como
funcionam as sessões?
As nossas
sessões serão conversas. Pergunta e resposta. Eu pergunto tu respondes. Durante uma
hora este será o processo, a sessão tem uma estratégica e por vezes terás
que fazer determinados exercícios ou tarefas específicas. Em todas as sessões
terás uma (ou mais) tarefas para fazer e isso vai fazer com que entres
constantemente em reflexão e desenvolvimento pessoal e consigas alcançar resultados. No final tu vais ser aquilo que pretendes ser
e vais agradecer para o resto da tua vida teres tomado a decisão certa de
experimentar o coaching.
Se tiveres
mais dúvidas deixa o teu comentário abaixo.
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