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terça-feira, 20 de agosto de 2024

Formação Pedagógica sobre Emoções


Como formadora pedagógica, sinto que tenho uma missão de honrar o ensino.

Não é pelo ego que o faço mas pela necessidade de partilhar.

No entanto também aprendo e reaprendo com cada edição e formandos que se dedicam integralmente e com a mente disposta a frequentar o meu curso.

Este é o resultado.

"Reflexão : narrativa pedagógica

Esta formação abordou questões e temas no quais devia (eu e todos) reflectir com frequência, dada a sua elevada importância ao nível do meu desenvolvimento pessoal e profissional. O objetivo que me levou a inscrever "ficou logo" na primeira aula quando percebi que antes de colaborar para o Todo onde trabalho tenho de cuidar do "Eu". Sinceramente percebi que essa entidade, o "Eu" havia ficado algures aqui pelo meio de algo, escondido algures... portanto tive de o resgatar.

Sei que este está apenas a ser o início deste caminho muito importante e julgo que foi precisamente por isso que aconteceu agora.

Preciso e já defini, que após a conclusão deste curso, farei uma reflexão sobre os seus conteúdos e tendo em conta todas as aprendizagens traçar as minhas metas para este ano letivo, onde todos os aspetos que me compõem sejam salvaguardados e devidamente cuidados. 

Procurarei referir hoje o que tentarei priorizar porem, após a referida reflexão a ordem poderá ser alterada ou poderão surgir aspetos que neste momento não estou a equacionar.

Acho que a primeira alteração profissional é manter e não desfocar dos meus objetivos e sobretudo da minha pessoa. Tenho de ter no meu planeamento o tempo onde estou comigo e me organizo interiormente.

Devo fazer uma gestão mais atenta da prioridade que atribuo a cada situação e da quantidade de tarefas que aceito como responsabilidade.

Devo estar desperta ao feedback, de forma natural e integrada, em vez de formular a minha ideia sobre o percurso que estou a fazer, correndo o serio risco de não estar correta. Devo ouvir o que vai sendo dito e fazendo os ajustes necessários, indo ao encontro de uma tarefa bem realizada a par de fortalecer as minhas competências.

No meu dia-a -dia espero agora ter mais sensibilidade e disponibilidade para identificar as minhas emoções. Estou hoje mais ciente que este reconhecimento será positivo para a melhor gestão dos meus recursos pessoais.

 Percebi também a importância que tem a reflexão sobre o nosso “Eu", a importância que tem o autoconhecimento, para todo o treino que diariamente devemos pôr em prática. A importância da forma como nos falamos e nos tratamos quando analisamos “os nossos” aspetos, condicionam imenso a conclusão que iremos tirar desse pensamento.

Profissionalmente desejo estar mais atenta pois estou hoje mais disponível e conhecedora da importância da forma como comunico e o quanto é importante escutar para poder tomar boas decisões e conclusões. Sei que este é apenas o início deste caminho e que terei de prosseguir com este grande investimento...e quero faze-lo!

Julgo que estarei também, neste momento, com outra visão sobre como se sente/identifica, como se “alimenta” e reflete a nossa motivação. Até então colocava muito o foco e responsabilidade no exterior e criei alguma dependência do feedback para a minha realização.

Pessoalmente gostei muito de aprender mais sobre o plano de acção, que considero a técnica com a qual mais me revejo, tendo em conta o meu nível de organização e controlo sobre as situações.

Apesar de ter noção que, neste texto, não abordei todos os itens que me transmitiram e que me iniciaram nessa transformação, pretendo terminar partilhando que “não acabo como comecei”. A forma como são abordados e encadeados os temas “abrem gavetas” e “obrigam” a olhar para nós de forma mais precisa...que eu não estou habituada a fazer.

Fico com a noção de estar hoje mais disponível, atenta, conhecedora e curiosa para viver.


Muito obrigada."

Ana Matos 

https://www.evolui.com/curso-online/inteligencia-e-gestao-emocional

segunda-feira, 22 de julho de 2024

Lei do Espelho ou Espelhamento: Projeções nos outros

 

A lei do espelho mostra a origem dos nossos pensamentos positivos e negativos em relação aos outros, está em nós e não nos outros: julgamentos, comparações, ódios, amores, ilusões, etc.
São as nossas características pessoais ou até daqueles que fizeram parte do nosso núcleo enquanto crescíamos que influenciaram diretamente.
O que sentimos acerca dos outros terá um background poderoso na nossa avaliação: falhas, defeitos, feitios, etc.
Ao tomar consciência destes aspetos, podemos assumir o controle sobre o que pensamos e da forma como nos comportamos a seguir.

quinta-feira, 18 de julho de 2024

Conhecer e impor limites

Por falar em limites: quando e como os identificar e impor?
Que limites podemos encontrar em nós versus o bloqueio existente?

1. Conseguir dar a minha opinião ---- o medo do que vão pensar sobre mim;

2. Mostrar vulnerabilidade ---- apenas em quem confio e não a todos; medo da exposição;

3. Dizer não --- quando só consigo dizer sim; permissividade desmedida;

4. Conhecer os meus valores e manter-me ecologicamente coerente com os mesmos (autoconhecimento) --- julgamento alheio;

5. Comunicar o que desejo (permito-me o direito a desejar e pedir) ---- medo de afirmação;

6. Comparar-me com os outros ---- não me sinto capacidade de autossuperação;

7. Pedir ajuda/apoio ---- receio de sentir fraqueza ao fazer ---- receio da rejeição.

Por último, não tenho medo de impor os meus limites, talvez não todos ao mesmo tempo mas nunca: descartar todos em simultâneo.

segunda-feira, 13 de maio de 2024

Pensamento! O rei da selva mental.


Não ter capacidade de celebrar pequenos sucessos é incapacitar a valorização de grandes vitórias.

"Não consigo!"

Eu era uma pessoa incapaz de reconhecer os meus "feitos", as minhas conquistas, porque desejava sempre mais e melhor. O que sucedia com esta atitude: frustração e infelicidade derivada da expectativa desmedida.

"Não me sinto capaz!"

Por experiência própria, depois de ter trabalhado este bloqueio e crença pessoal, desenvolvi outra estratégia ao nível do pensamento: os pensamentos comandam a nossa vida mental.

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Hoje aprecio, até, as mais pequeninas realizações, mesmo aquelas que parece "estranho" concretizar e alcançar. Potencia a minha autoconfiança, a minha segurança e claro: o amor próprio.

Eu sou capaz!

Digam mais vezes, afirmem internamente e conversem convosco: diálogo interno.

Eu acredito!

Valorizem mais os vossos pequenos esforços.

Eu confio!

Apreciar o belo que é a envolvência dos acontecimentos e não só aquilo em que estamos focados a fazer.

"Eu agradeço!"
 

terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

O preço da paz interior


"És muito inflexível".
"És egoísta".
"És muito individualista".

É costume ouvir isto com frequência? Ou já ouviu uma outra vez estás afirmações? Como lidou ou geriu a situação?

São conotações, acusações ou rótulos pontuais ou regularmente atribuídos e confundidos com autopreservação e amor próprio.
Infelizmente, nem todos possuímos inteligência emocional para entender ou compreender a diferença entre os pólos extremos do que é impor limites pessoais para o autocuidado e o oposto disto.
Independente das opiniões, desde que não ofenda e magoe o outro, é importante colocar uma baliza no que devemos tolerar provindo do exterior.
Para além deste cuidado interno é também, relevante dar atenção aos possíveis sentimentos de culpa por tomar decisões e assumir esta necessidade: de se afastar do que é nocivo, de dizer "Não", quando é prioridade.
A assertividade interpessoal dá lugar a uma paz interior natural. É este o culminar de um processo de "limpeza" emocional.

Posto isto, reformulando o enquadramento inicial:
"És muito inflexível". Sou flexível com as minhas necessidades e opiniões.

"És egoísta". Sou grata e partilho quando sentir que o posso fazer.

"És muito individualista" Sou um ser que evolui e crio o meu próprio processo de desenvolvimento.

O bem estar pessoal não tem preço ou valor substituível. A paz interior quando alcançada, é difícil de abdicar, pois só quem o consegue atingir, sabe o sacrifício e custo interno.

Antes de nos dirigirmos a alguém para julgar, é importante saber de antemão, qual é a história daquela pessoa.
Quando ouvirmos julgamentos, é importante informar o porquê de tal comportamento.
Assim seria possível, idealizar e concretizar relações mais saudáveis.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

Modelo de Coaching (Ideal)



 

O modelo de coaching ideal terá como base e ponto de partida: o autoconhecimento e desenvolvimento do próprio cliente em paralelo definem-se objetivos, tendo em consideração os hábitos e mudanças necessárias para o processo ocorrer.

Após a tomada de consciência e decisões predefinidas, avança-se para a criação do plano estratégico de ação. Consoante cada meta estabelecida: é importante celebrar cada conquista.

Não há sucesso sem reconhecimento do mesmo. 

O melhor feedback sobre se um cliente gostou ou achou útil a sessão, é quando, este, regressa para a sessão seguinte, dando o seu feedback com a sua autorreflexão.

Tal como refiro tantas vezes aos meus clientes: o maior trabalho e progresso das sessões de coaching, é entre as sessões. É neste período de tempo que ocorrem os insights sobre o que foi trabalhado e retido no inconsciente durante a sessão anterior.

Como é que podemos sabe se o coaching funciona ou se o processo está a correr bem?

Quando há uma resposta ao nível emocional: positivo e se este gerou mudança, também ela positiva.

E se a resposta for negativa?

Também não é alarmante, já que houve a necessidade de partilha entre Coach e cliente: a relação de confiança está lá, ela foi construída para este propósito, também.

O progresso não acorre sem obstáculos ou objeções. Para uns, o entendimento e a mudança acontecem de forma mais intuitiva ou natural, para outros, há maior necessidade de assimilação de informação nova, por exemplo.



quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

As melhores conquistas são as mais difíceis


 Esta frase não é da minha autoria, mas tive um propósito ao escolhê-la para este dia.

Quando tudo nos surge "quase" feito e entregue, não saboreamos a vitória da mesma maneira. Porquê?
Porque não houve esforço, sacrifícios e dedicação. Não tivemos de trabalhar o nosso foco ou motivação para alcançar o que quer que seja. 
Pelo menos não para o momento em que "ganhámos" alguma coisa.

Quando existe um plano, com cedências e escolhas, nem que sejam daquelas mais difíceis, o resultado na nossa mente é sentido de outra forma.
Há uma necessidade de satisfação emocional quando conquistamos o prémio.

Portanto, posto isto, quando há empenho e sucesso na conquista, há sempre evolução interna, gerando mais autoconfiança e autorreconhecimento.

segunda-feira, 13 de novembro de 2023

Testemunho

"Este curso intensivo de Inteligência Emocional é agora na minha vida uma “ferramenta” valiosa. 
Acredito que depois destes dias de aulas a minha atitude e comportamento serão melhores, tanto no meu trabalho, como fora dele.
A Inteligência Emocional veio trazer-me uma maior capacidade de compreensão e gestão das minhas emoções, veio tornar possível relacionamentos que anteriormente me pareciam improváveis, tornando o meu dia mais organizado e produtivo.
Se existe algo que nos envolve a todos, são as nossas emoções, e não podemos deixa-las em casa quando vamos trabalhar, por isso é tão importante saber lidar com elas em todos os momentos. Assim, no final de cada dia, temos a felicidade de perceber que fizemos o nosso melhor.
A partir dai, vivemos com, mais tranquilidade, vivemos o dia a dia positivamente e com a bonita e leve sensação de dever cumprido. Este curso de Inteligência Emocional será a minha maior aliada para alcançar todos os meus objetivos.
No mundo atual onde vivemos, desenvolver a nossa Inteligência Emocional parece-me algo fundamental, nunca precisamos tanto de seres humanos emocionalmente inteligentes. Os ambientes de trabalho mudaram de tal maneira, que deixamos de conseguir lidar com as nossas emoções e com as emoções de quem nos rodeia. Ao desenvolver esta capacidade emocional dotamo-nos de uma melhor consciência de nós mesmos e a perceção pessoal sobre as nossas emoções, sobre o que nos tenta derrubar e o que nos eleva.
Considero assim que este curso foi uma mais valia para o meu crescimento pessoal e profissional. Deu-me as ferramentas que estava a precisar para ser mais focada nos meus objetivos, ajudou-me a perceber como devo automotivar-me para chegar às metas que me proponho.
Somos todos seres com crenças limitantes, e este evoluir da nossa Inteligência Emocional, é um fator de sucesso para nos mantermos mais competitivos saudavelmente.
Sofia Nunes"

https://www.evolui.com/curso-online/inteligencia-e-gestao-emocional

segunda-feira, 16 de outubro de 2023

Senão for para mim, não serve.

A vida nem sempre me trouxe o que queria e desejava. 
Fui aprendendo que se calhar, era mais importante conquistar e pedir o necessário e não a abundância daquilo que já possuía.

Os amigos e círculo chegado de pessoas, também, sofreu muitas alterações, uns foram embora pelo próprio pé, outras vezes fui eu a sair pelo meu pé.

De qualquer forma, eu hoje estou e sou quem tenho de ser e onde devo estar.
O meu amor próprio, conquistei-o. Não me foi dado, teve de ser trabalhado arduamente.
Muitas ilusões/decepções/negações e outras "ões" fizeram parte deste processo e continua...

Portanto, posto isto.

O amor próprio vai-se conquistando quando:
1. Seguimos na direção oposta à desejada pelos outros, e aquela que nós queremos mesmo;

2. Não temos medo de dizer não às más companhias, preferindo apenas a nossa;

3. Impomos limites ao que nos magoa e interfere com o nosso bem-estar;

4. Sabemos o que os 3 pontos anteriores significam e que vantagens nos trazem, repetindo o ciclo, sempre que necessário.

Façam boas escolhas mas façam-nas a pensar em vocês e no que é realmente saudável para esta estadia temporária.
Senão, de que serve?!