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sexta-feira, 29 de setembro de 2023

SAR (Sistema de ativação reticular)


O SAR é uma pequena parte do nosso cérebro que é responsável pela filtro da informação que processamos. 

Este conceito foi gerado pelas neurociências:  O sistema de activação reticular pode fazer maravilhas e ajudar no foco e no que é importante numa determinada fase. 

Como funciona? A informação que existe à nossa volta não pode ser toda assimilada pela nossa mente. Só uma parte é recolhida e nem toda ela é "indexada". 

O SAR é uma espécie de porteiro e assistente pessoal. Só deixa entrar a informação que nós indicarmos como importante e aquela que é habitual.

Exemplos: Quando queremos comprar um carro novo da marca X, modelo Y, dizemos ao SAR para estar atento e, de repente, começamos a ver imensos carros iguais. Quem tem filhos lembra-se seguramente que, de repente, passou a ver bebés por todo o lado. Isto não significa que há mais carros ou bebés. O nosso cérebro é que ficou mais atento a eles.

Sabendo isto, como usar o SAR em nosso proveito?

1 – Dizer-lhe o que é importante

Fazer uma lista de palavras/conceitos/objectivos e memorizá-la. Assim, sempre que estes surgirem à nossa frente, o cérebro irá captar a informação.

2 – Criar hábitos de acordo com os nossos objectivos

É a “lei da atração”. O positivo atrai o positivo. Dizer em voz alta ou em diálogo interno o que desejamos é um foco de atração.

3 – Fazer escolhas

O SAR pode ser uma ajuda ou um obstáculo se não souber priorizar tarefas ou objetivos.

Existem situações da vida que acontecem e parecem coincidências, como quando está a pensar numa música e liga o rádio e está a passar aquela música.

Ou quando queremos falar com alguém e toca o telefone com a aquela pessoa do outro lado.

A verdade, para quem acredita: nada acontece por acaso e essas pequenas coincidências nada mais são do que frutos da Lei da Atração. 

Partilho o testemunho do meu formando sobre este tema.


terça-feira, 19 de setembro de 2023

Uma vez suspeito...

Uma vez suspeito, culpado para sempre.
Julgar ou não julgar?!

Estamos habituados a emitir uma opinião a respeito de tudo o que nos rodeia. Não é necessário comunicar verbalmente, mas o processo do pensamento já nos denuncia internamente um julgamento silencioso.
O desafio é interpretar factos e só depois da ponderação, é que devemos emitir a nossa opinião: não é fácil.
Fala-se mais, antes de pensar: ou seja, ponderar o que observamos ou ouvimos.
Ser capaz de não emitir um julgamento imediato, refletindo antes, dá um certo poder e controle sobre as nossas emoções. Não é?!
Podemos inclusive, encontrar melhores soluções para problemas ou situações adversas.
Contando com os valores certos ou adequados para cada pessoa, a hipótese de não julgarmos erroneamente, é uma vantagem entre os demais, até tomarmos as decisões corretas.

Tal como exercitar o corpo, podemos
também fazer exercícios com nossa mente.  
Treinar a mente para se focar no aqui e agora, observando a experiência, consciente dos nossos pensamentos e valores podemos cada vez mais ter atitudes assertivas em relação a tudo que acontece.
É importante lembrar que todos os  comportamentos  têm uma intenção
positiva para quem o pratica. 

Para cada situação considerada negativa, pergunte-se: qual a intenção positiva da outra pessoa?
A melhor forma de desenvolver o não julgamento é praticar diariamente até se tornar um hábito. 

Desta forma evitamos perpetuar a "culpa" alheia, baseada em suspeições pessoais.


terça-feira, 12 de setembro de 2023

Sonhos e plano estratégico: PNL_Walt Disney

Todos os sonhos podem ser concretizados se forem exequíveis.
Para isso é necessário avaliar se existem decisões a serem tomadas, se é possível criar um plano de ação e se há motivação suficiente para a exequibilidade do sonho.
A ferramenta de PNL, Walt Disney, propõe uma estrutura para avaliar essa sugestão de sonhos.
A ferramenta foi criada com base na existência de três personagens: o sonhador, o realista e o crítico.
Para quem quiser saber mais, é um excelente desafio no ato das sessões de coaching.
Planear um sonho!

segunda-feira, 4 de setembro de 2023

Life coaching _ O processo!

Para quem nunca experimentou e investiu num processo de coaching, ficam aqui algumas dicas:

1. Nem todas as pessoas são elegíveis, é preciso ter uma capacidade de compromisso e vontade de mudar;

2. Coaching não é terapia, portanto não adianta substituir o psicólogo pelo Coach, até pode ser prejudicial para a saúde mental;

3. O Coach não decide quais são os objetivos do cliente, ajuda SIM, na elaboração do plano estratégico;
4. O Coach não julga os valores, ideais e objetivos do cliente;

5. O processo de coaching envolve sigilo profissional do Coach;

6. O Coach é o orientador no processo, cabe a este, conseguir motivar e inspirar nos momentos desafiantes e incapacitantes do cliente, não podendo assumir o controle ou tomada de decisão do cliente.

7. O Coach não é o "amigo", o guia espiritual ou o decisor do processo: poderá existir esta confusão/transferência de sentimentos.

#coaching #processodecoaching #desenvolvimentohumano #lifecoach #coachingdevida #lovemyjob

terça-feira, 22 de agosto de 2023

Aqueles dias difíceis...

Os dias difíceis têm o seu espaço para existir. São mais? São evitáveis?
Podemos parar para interpretar o que está a acontecer e reajustar comportamentos.
Esta é a melhor forma de gerir os dias difíceis.
1. Nem sempre, o pior, tem de acontecer. A vida pode ser surpreendente, quando mudamos a atitude mental.

2. Assumir que algo é verdadeiro porque existe um sentimento/emoção associado.
As nossas emoções são indicadores de estados internos e não factos reais.

quarta-feira, 2 de agosto de 2023

Algo acontece... Uma situação para gerir!


 

Algo acontece... Uma situação para gerir!

Surgem os primeiros pensamentos automáticos, distorcidos, negativos, incapacitantes se eventualmente houver uma ou mais crenças bloqueadoras.

1. Intervir cognitivamente (consciência plena): desafiar a substituir a crença ou pensamento limitante por pensamento positivo. Alternativas racionais adequadas à situação existem e podem ser trabalhadas

2. Tomar consciência que há medida que cada pensamento ocorre, também há uma influencia emocional agregada a esse sentimento. Se porventura o medo surgir primeiro: poderá ser irracional. Esta gestão deve ocorrer ao nível do pensamento novamente: o que estou a sentir? O que pode correr mal? O que tenho a perder? E se experimentar o que acontecer?

3. Depois da tomada de consciência emocional, ocorre a tomada de decisão. O que vou fazer? Os comportamentos podem ser passivos, agressivos, assertivos, manipuladores. Esta gestão ocorre no primeiro passo. O que ganho/perco se me comportar desta maneira? Ocorrem também reações não controláveis como gestos impulsivos, expressões reativas, entre outras pequenas expressões ou trejeitos faciais. Não se controlam estes últimos.

Toda a tomada de decisão passará à ação: influenciando a situação e gerando todo um novo ciclo com o mesmo processo, até terminar.

Nalguns casos, os pensamentos disfuncionais podem ter origem em situações ou experiências do passado. Mas nem sempre se conseguem encontrar estas origens.

Com o Coaching com PNL o coachee aprende a:

  • Identificar e mudar a sua forma incapacitante de pensar;
  • Identificar e gerir as emoções que esses pensamentos provocam;
  • Identificar e modificar os comportamentos que são tomados como consequência desses pensamentos e emoções;
  • Utilizar formas alternativas, mais funcionais, de pensar e se comportar diante das situações;
  • Reestruturar crenças limitantes;
  • Solucionar problemas usando a criatividade;
  • Construir estratégias de tomada de ação;
  • Gerir situações de conflito.

segunda-feira, 24 de julho de 2023

Não se pode, não comunicar.

 "Não se pode, não comunicar".

Comunicamos sempre, de acordo? Mesmo em silêncio, o corpo fala, comunica e os mais entendidos e especialistas, sabem melhor sobre o tema da linguagem não verbal.

A verdade é que existe um mundo mental, onde o pensamento deambula antes de se tornar em gestos, expressões, discursos, comportamentos, julgamentos, elogios, entre outros.

A emoção influencia o comportamento, de modo que deve haver gestão do pensamento, de forma racional e empática, controlando o julgamento interpessoal.

Muitas vezes é difícil dizer "não". Com medo que os outros deixem de gostar de nós, o que temos a perder é mais forte do que a assertividade com a situação.

A crítica das nossas próprias ações, antes de comunicarmos também prejudica a assertividade.

Por fim, não escutarmos ativamente, não nos permite interpretar bem a mensagem, voltando a carga emocional a influenciar o nosso comportamento.

Mesmo que a opção seja passiva, o corpo comunica e a nossa mensagem poderá, novamente, não ser bem transmitida e gerar conflito.